Home Brasil Saúde Secretário: Brasil está livre de ter nova pandemia de gripe A

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O secretário nacional de Vigilância em Saúde garantiu que o Brasil não corre risco de sofrer uma nova pandemia do vírus Influenza A (H1N1), apesar das novas confirmações de mortes ocorridas neste ano. A contaminação, popularmente conhecida como gripe suína ou gripe A, matou 2.060 pessoas no País em 2009, ano em que foi detectada no México, e se espalhou pelo mundo.

"Esse comportamento explosivo acabou", disse o secretário, que ainda explicou como se dá o processo anterior à produção e distribuição da vacina preventiva realizada em parte pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no mundo inteiro.

De acordo com o secretário, uma nova pandemia é improvável porque a população apresenta anticorpos necessários contra o vírus - que não sofreu mais nenhuma modificação desde que foi detectado, seja adquirido naturalmente ou pela vacina. "Ele continua a circular, logicamente, com um risco muito menor, porque, diferente de 2009, muito gente agora já teve contato com o H1N1, alguns sem nem saber. Então, hoje em dia, quando ele circula, ele circula de maneira localizada."

A vacina:

A partir de unidades sentinelas instaladas no Brasil inteiro, o ministério monitora anualmente os vírus que mais circularam. Esse relatório, também realizado em outros países, é enviado para a OMS, que escolhe os três tipos mais recorrentes e perigosos do mundo para fazer parte da vacina que será aplicada no ano seguinte. "Em outubro, esses vírus são distribuídos para os produtores, e aí começa uma corrida contra o tempo. Eles têm que testar passar pelas autoridades sanitárias e entregar para os ministérios da saúde até março e abril. Aí os países fazem a vacinação entre abril e maio", explicou o secretário.

Números:   

O Ministério da Saúde admite que é difícil precisar com exatidão os números anuais de contaminação e mortes em todo o País, já nem todas as regiões conseguem obter um levantamento completo. No entanto, de acordo com os dados oficiais, a ocorrência da doença é decrescente desde 2009, quando contaminou 50.482 cidadãos e matou 2.060. Em 2010, o número de pacientes diagnosticados com o vírus H1N1 e reportados à pasta caiu para 973 e, em 2011, para 181. Sobre os dados de mortes, o ano de 2010 registrou 113 e o ano seguinte 27.

Contágio e precauções:

Como o contágio se dá como em uma gripe comum - por espirro, tosse ou após o contato com a secreção respiratória de uma pessoa infectada - os cuidados com a higiene pessoal são imprescindíveis para a não proliferação. Entre as precauções estão: lavar as mãos com água e sabão depois de tossir ou espirrar, depois de usar o banheiro, antes de comer e antes de tocar os olhos, boca e nariz; evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies; e usar lenço de papel descartável para proteger a boca e nariz ao tossir ou espirrar.

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