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postheadericon Auxílio-Doença: “alta programada” e indeferimento de benefício, o que fazer?

Em razão da “alta programada”, segurados beneficiários de auxílio-doença, tentam a prorrogação do benefício, porém são surpreendidos com o famoso indeferimento.
Para que possam reverter esta situação, os segurados beneficiários,  podem recorrer a Justiça para requerer o restabelecimento de seu benefício.
Isto porque a alta é previamente agendada, sem uma reavaliação médica, e o anúncio é recebido por uma comunicação “padrão”, emitida pela Previdência Social, antes mesmo que o segurado passe por uma nova perícia, para que seja constatada a possibilidade de retorno ao trabalho ou a cura da doença.
Tal procedimento tem causado constrangimentos aos beneficiários, que já se encontram incapacitados para o trabalho devido à doença e devem retornar ao trabalho mesmo sem possibilidade, a fim de prover seu sustento e o de sua família, o que em muitos casos causa o agravamento da doença.
No entanto, a “alta programada” tem sido comum perante o órgão, o que provoca instabilidade e insegurança ao cidadão que contribui ao Sistema com parte de seu salário para, em troca, ter “sossego” quando vir a necessitar do benefício.
Para os beneficiários que se encontram nesta situação é indicado informações sobre a forma de solicitar o restabelecimento do benefício através da Justiça. (Ana Cecília Zerbinato, Janaina de Oliveira Silva, advogadas em Guarulhos -  Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. )

postheadericon Greve do INSS é parcial em São Paulo

A maioria dos segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que precisou de atendimento hoje (18) pela manhã , no estado de São Paulo, não enfrentou problemas em razão da greve dos servidores, que entrou nesta quinta-feira no terceiro dia em todo o país. É o que informa a representação regional do Ministério da Previdência Social.

Segundo o ministério, das 280 agências do estado, apenas uma amanheceu fechada, a de Vila Prudente, na zona leste da capital, que reabriu, parcialmente, as portas, no final da manhã. Outros 25 postos de atendimento funcionam de forma parcial, sendo 14 na capital. Das 132 agências do interior, apenas 12 não têm atendimento pleno

A recomendação do ministério para os segurados que tiverem dificuldades é a de remarcar o atendimento na própria agência ou por meio da central que pode ser acessada por telefone, no número 135.

Na Grande São Paulo, onde existem 48 agências, 14 delas mantém atendimento parcial: Vila Prudente; Glicério Brigadeiro; Ipiranga; Santa Marina (Lapa); Santana (Braz Leme); Tucuruvi; Santo amaro; Vila Maria; Pinheiros; Guarulhos. Guarulhos/Pimenta; Itaquaquecetuba e Ribeirão Pires.

No interior são 12, sendo três agências na cidade de Campinas: centro, Carlos Gomes e Regente Feijó. As demais: Avaré, Botucatú, Indaiatuba; Hortolândia; Atibaia; Itatiba; São José dos Campos; Lorena e Taubaté.

A avaliação do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência no Estado de São Paulo (Sindsprev) sobre adesão da categoria hoje (18) só será apresentada no final do dia, após a assembléia que é feita em cada uma das unidades da federação, por volta das 16h.

Segundo a entidade, 60% dos trabalhadores cruzaram os braços ontem (17), em São Paulo, no segundo dia de paralisação. Dados do ministério indicam que no estado atuam 7.392 servidores, dos quais l.260 são médicos que não fazem parte do movimento grevista.

A diretora da Secretaria de Administração do Sindsprev, Irene Guimarães dos Santos, salientou que um dos pontos de discórdia que levou à greve é a questão da flexibilização da jornada de trabalho. Os antigos servidores, assinalou, cumpriam 30 horas semanais e, pelo plano de reestruturação dos cargos e salários, terão de aumentar a jornada para 40 horas se não quiserem ter os salários reduzidos.

postheadericon Vírus da gripe suína encontrado em SP é diferente do ‘original’, diz secretaria

Sequenciamento apontou mutação em proteína do vírus.
Isolamento mostra variante em relação ao sequenciado nos EUA.

O Instituto Adolfo Lutz, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, anunciou nesta terça-feira (16) que o vírus da gripe suína encontrado em pacientes infectados no estado é ligeiramente diferente do encontrado na Califórnia, Estados Unidos, o primeiro a ser isolado depois do aparecimento da doença. A descoberta foi feita a partir do sequenciamento e isolamento do vírus coletado do primeiro paciente detectado com a doença em São Paulo. O “novo” vírus foi batizado como Influenza A/São Paulo/H1N1.

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